DOCG Barolo

A DOCG Barolo é uma das 17 DOCG (Denominazione de Origine Controlata e Garantita) do Piemonte (75 na Itália), situada ao sul da cidade de Alba, no Langhe, com uma área de cerca de 1.800 hectares de vinhedos e produção de 10/12 milhões de garrafas, englobando onze comunas: Cherasco, Verduno, Roddi, La Morra, Grinzane Cavour, Castiglione Falletto, Diano d’Alba, Barolo, Novello, Serralunga d’Alba e Monforte d’Alba, das quais as 05 principais (La Morra, Castiglione Faletto, Barolo, Serralunga d’Alba e Monforte d’Alba) são responsáveis por 87% da produção de vinhos Barolo.

Localiza-se somente a 3 quilômetros a sudoeste da zona de Barbaresco , com apenas os vinhedos de Diano d’Alba plantados com Dolcetto entre as duas grandes regiões de Nebbiolo. Em comparação com a zona de Barbaresco, a zona de Barolo é mais fria e localizada em altitudes mais elevadas, tendo a colheita 1 semana após a de Barbaresco.

Sua área situa-se no Langhe, região geológica formada a 70 milhões de anos atrás, no período Terciário (Cenozócio), e nos sucessivos avanços e recuos do mar sobre a Planura Padana ao longo das eras (que deixou um grande deposito de cálcio),  até culminar na formação de suas colinas sedimentares (20 a 10 milhões de anos), constituídas principalmente de solos Serravalian (mais antigos, vermelhos, compostos de Marga, Arenito, Calcário, Ferro e Fosforo- Vale de Serralunga) e solos Tortonian (mais novos, cinzas azulados, compostos de Argila, Marga, Arenito, Calcário, Manganês e Magnésio- Vale Central de La Morra e Barbaresco).

Como a maior parte do centro-sul e sudeste do Piemonte, a zona experimenta um clima continental temperado pelo rio Tanaro e seus afluentes, Tallòria dell’Annunziata e Tallòria di Castiglione, que dividem a região em três zonas principais.

A oeste de Tallòria dell’Annunziata fica a comuna de Barolo e La Morra.

A leste de Tallòria di Castiglione está a comuna de Serralunga d’Alba localizada em uma das colinas mais altas da zona de Barolo.

Separada por um estreito vale a oeste está a comuna Monforte d’Alba localizada nas colinas de Monforte.

Mais a norte a montante, localizada no ramal em forma de V entre os dois afluentes, está a comuna de Castiglione Falletto.

Histórico

A Nebbiolo é cultivado na região do Barolo desde tempos imemoriais, e acredita-se que até meados do século XIX, o Barolo era um vinho doce, devido que as uvas amadureciam no final de outubro e na vinificação em novembro e dezembro, as temperaturas na região era fria o suficiente para interromper a fermentação, deixando uma quantidade siginificativa de açucar residual no vinho.

Graças à obstinação de Camillo Benso, Conde di Cavour (1810-1861) e Giulia Colbert Falletti, Marquise de Barolo (1785-1864), que se começou a produzir em meados do século XIX, um vinho seco, excepcionalmente rico e harmonico.

Uma das vertentes histórica é que o Conde di Cavour, convidou o enólogo francês Louis Oudart para aperfeiçoar as tecnicas dos produtores locais e que melhorando a higiene da adega conseguiu fermentar a Nebbiolo completamente, originando um vinho seco.

Outra vertente é que Louis Oudart era apenas negociant de vinhos baseado em Gênova, liderando a Maison Oudart et Bruché, tendo relações com a Casa Real de Savoia,  negociando uvas produzidas na propriedade de Pollenzo (balneário pessoal do rei Carlo Alberto); seu Nebbiolo seco de 1858 da Maison Oudart e Bruché foi particularmente apreciado na exposição nacional de Firenze de 1861 e na Exposição Internacional de Londres de 1862.

Outra vertente nos leva a uma variação do nome Oudart, para o especialista em agricultura e viticultura francês Alexandre Pierre Odart (1778-1866), também era conhecido como Le Comte Odart. Ele era um membro correspondente de várias sociedades agrícolas europeias e foi nomeado pelo rei Luís XVIII. (1755-1824) como especialista em vinhos para a Hungria. Em 1837, Odart publicou um trabalho examinado e aprovado pela Sociedade Agrícola Francesa, que tratava dos temas métodos de cultivo da vinha e métodos de vinificação para todos os tipos de vinho, como vinhos tranquilos, vinhos espumantes, vinhos licorosos e vinhos de palha. A obra ampelográfica “Ampélographie universelle ou Traité des Cépages” foi publicada em 1854, época em que foi considerado o principal ampelógrafo ao lado de Victor Rendu (1809-1874).

Estas vertentes francesas foram recentemente contestada, com bases em novas pesquisas de Kerin O’Keefe, de que foi Paolo Francesco Staglieno o responsável pela criação do Barolo seco.

Stagleino foi o autor do manual de vinificação “Istruzione intorno al miglior metodo di fare e conservare i vini in Piemonte” , publicado em 1835.

Teria sido Stagleino quem fora chamado pelo Conde di Cavour, que o nomeou enólogo em sua propriedade em Grinzane entre 1836 e 1841, tendo a tarefa de produzir vinhos voltado para o envelhecimento e estáveis o suficiente para serem exportados; aonde Staglieno fermenta os vinhos completamente, sem açucar residual e possivel segunda fermentação, que ficou conhecido como “metodo Staglieno”.

Para interessados em tirar suas próprias conclusões, é bastante interessante o livro de Anna Riccardi Candiani “Louis Oudart e i vini nobili del Piemonte: storia di un enologo francese” https://www.amazon.com/Oudart-nobili-Piemonte-enologo-francese/dp/8884992729

Quem sabe num futuro próximo se possa chegar a alguma conclusão, embora talvez uma junção de todos estes apontamentos seja o mais correto, já que igual Champagne e Dom Perignon, o intercambio de informações é fundamental para o aperfecioamento de um processo, e que plagiando o velho oeste, quando a lenda é maior que os fatos, publica-se a lenda.

Não seria surpresa para mim, se no final, Barolo, Sfursat e Recioto/Amarone, tenham influencias uns sobre os outros na evolução de técnicas de vinificação.

E reza a lenda que o vinho Barolo conquistou a nobreza italiana, baseada em Turim e que foi considerado na época como o “Vinho dos reis e rei dos vinhos” e que também está intimamente ligado a unificação da Itália, visto que o Conde de Cavour foi um dos principais personagem na unificação da Itália em 1861, tendo sido nomeado primeiro ministro por Vitor Emanuel II, cargo que ocupou por somente 04 meses, devido ao seu falecimento.

Após o período de estagnação provocado pela chegada da filoxera e a sucessão de guerras pelo domínio da Europa pelos franceses, a área de origem de Barolo foi delimitada pela primeira vez em 1909 pela Comissão de Agricultura de Alba.

Em 1933 foi delimitado o território de Barolo.

Em meados do século 20, a produção de vinho na zona de Barolo era dominada por grandes negociantes que compravam uvas e vinhos de toda a zona e os combinavam em um estilo caseiro.

Na década de 1960, os proprietários de vinhedos começam a produzir e engarrafar seus próprios vinhos e Renato Ratti é o primeiro viticultor a produzir vinhos de uma única vinha a partir de suas propriedades, o Barolo Marcenasco em 1965.

Nomes como Giacomo Conterno, Aldo Conterno e Giovanni Accomasso já faziam grandes vinhos, como estes da excelente safra de 1964 e da não tão boa safra de 1969, ano em que Aldo Conterno resolve se separar de seu irmão Giovanni e criar a Poderi Aldo Conterno.

O enólogo Renato Ratti conduziu um extenso estudo dos solos, geografia e produção das vinhas em toda a área e mapeou parcelas individuais com base no seu potencial de qualidade. O “Mapa Ratti” ainda é amplamente utilizado por produtores e negociantes. 

Em 1966 Barolo foi uma das primeiras DOC e em 1980 novamente uma das primeiras DOCG.

Nas décadas de 1970 e 1980, as tendências do mercado mundial favoreciam vinhos mais frutados e menos tânicos, que podiam ser consumidos mais jovens. Um grupo de produtores de Barolo, liderado pelas vinícolas de Ceretto, Cordero di Montezemolo , Elio Altare e Renato Ratti, começam a fazer um estilo mais moderno e internacional de Barolo, usando períodos mais curtos de maceração (10 dias) e emprego de barricas de carvalho francês, desencadeando uma contenda com produtores mais tradicionais, adeptos de longa maceração (30 dias) e emprego de botti grandes de carvalho da Slavonia.

Na década de 1980, uma ampla gama de vinhos de um único vinhedo estava disponível, o que levou a uma discussão entre os produtores da região sobre a perspectiva de desenvolver uma classificação Cru para os vinhedos da região.

Já no século XXI, os avanços na vitivicultura e a experiencia trazidas pelos anos de acertos e erros ajudaram a preencher a lacuna entre os produtores modernos e tradicionais, de que talvez o melhor é aprender e tirar o melhor proveito de cada técnica.

O melhor gerenciamento das videiras e o controle da produção resultaram em uvas colhidas mais cedo, maduras, tanto de açucares como de maturação fenólica.

Nos tempos atuais, a vinificação para produtores tradicionalistas e modernistas do Barolo inclui controles estritos de higiene e o uso de alguns equipamentos modernos de vinificação, como recipientes de fermentação com controle de temperatura.

Em vez de serem extremistas, muitos produtores adotam uma abordagem intermediária que utiliza algumas técnicas modernistas junto com a vinificação tradicional.

A realidade é que os vinhos de Barolos estão cada vez melhores, já sendo agradáveis para serem consumidos jovens, com 5 anos, mas que permanecem com potencial de envelhecimento muito longo, apesar que o consumidor já não tem mais paciência para adegar um vinho por 20/40 anos.

A catalogação dos vinhedos de Barolo tem uma longa história que remonta ao trabalho de Lorenzo Fantini no final do século 19 e Renato Ratti e Luigi Veronellino final do século 20, mas a partir de 2009 ainda não havia classificação oficial na região.

Em 2010 o Consorcio de Barolo introduziu as “Menzioni Geografiche Aggiuntive MGA” para identificar as subzonas de seus vinhedos, seguindo o que Barbaresco já tinha feito 3 anos atrás.

A Nebbiolo

A Nebbiolo é uma casta difícil e muito meticulosa, aonde se expressa melhor na região de Barolo/Barbaresco, devido principalmente ao conhecimento empírico de seus produtores, que sabem que só vale a pena planta-la nas encostas (250 a 500 m) voltadas para o sul/sudeste e sudoeste, pois sendo uma casta de maturação tardia, precisa ser exposta ao máximo ao sol; e a drenagem das encostas norte proporciona o necessário estresse hídrico.

Sua floração precoce também é outro fator determinante para a escolha do local do vinhedo, principalmente pelas geadas da primavera; portanto, requer uma viticultura de precisão, para monitorar todo o ciclo da vinha, diminuindo o vigor das folhas e garantir uvas maduras e maturação fenólica perfeita, visto que por ser uma casta que dá pouca coloração ao vinhos, o processo de maceração é crucial e a extração de taninos duros não é desejável.

Esta é uma casta aonde a expressão de que o vinho se faz na vinha, é a mais pura realidade.

Há quatro subvariedades de Nebbiolo tradicionalmente cultivadas na área de Barolo/Barbaresco:

– Biotipo Lampia é a mais popular e confiável.

Possui ápice do caule maior em comparação aos demais biótipos, com folhas de tamanho médio-grande, 3 ou 5 lobadas; tem cachos piramidais com asa desenvolvida. A baga é de tamanho pequeno; a pele tem uma boa cor, mas menos intensa do que o biótipo Michet

Tem os clones R1, CN36, CVTCN142,CVTCN230, CVT141, CVT180 e CVT185.

– Biotipo Michet é mais valorizada pela qualidade e concentração do vinho produzido.

Possui ápice muito pequeno do rebento; as folhas são de tamanho médio a pequeno, 3 lobadas; baga de dimensões médias e cor escura.

Tem os clones R#, CVT4, CVT63, CVT66 e CVT71.

– Biotype Rosè é relativamente raro porque produz vinhos muito claros.

Tem o clone CN111.

Possui ponta crescente não tão felpuda; as folhas são de tamanho médio e trilobadas, a ligação ao pecíolo é de cor vermelha. Os cachos são de tamanho médio a grande e forma cônica. A baga apresenta uma cor violeta característica.

– Biotio Bolla, intimamente relacionado com a Lampia, foi abandonado porque era muito produtivo.

Possui ponta crescente de cor branca prateada sem bordas avermelhadas; folha tamanho médio da lâmina, forma orbicular raramente com 3 lobulos.

– Biotipo Picotener- Maturação mais precoce.

Tem os clones CVT308, CVT415 e CVT423

– Biotipo Chiavenascca, da região do Sondrio/Valtellina

Tem o clone R6

O Vinho

Os vinhos de Barolo são exclusivamente de uvas Nebbiolo, de vinhedos plantados entre 170 até 540 m de altitude, com exposição Oeste/Sudoeste/Sul/Sudeste e Leste, com rendimento máximo de 8 t/ha; não sendo permitido vinhedos de exposição Norte.

Em geral, a abordagem tradicional de nebbiolo envolve longos períodos de maceração de 20 a 30 dias e o uso de grandes barris (botti) de tamanho variados .

A abordagem moderna do nebbiolo utiliza períodos de maceração mais curtos de 7 a 10 dias e temperaturas de fermentação mais frias (28-30 ° C) que preservam os sabores e aromas da fruta; tendem a preferir barris menores de carvalho novo, que precisam de apenas alguns anos para suavizar a adstringência tânica dos vinhos. Embora o carvalho novo transmita notas de baunilha , ele tem a desvantagem de encobrir as notas características de rosa do nebbiolo.

Perto do final do período de fermentação, os produtores de vinho costumam aquecer as adegas para estimular o início da fermentação malolática , o que suaviza um pouco da acidez áspera do nebbiolo.

O Barolo tem de ser envelhecido por pelo menos 38 meses e os reservas por 62 meses, ambos com pelo menos 18 meses de amadurecimento em madeira.

O importante para o Barolo é preservar a sua tipicidade, mostrando uma excelente estrutura, ao mesmo tempo que expressa um bouquet complexo e intenso, que pode desenvolver-se ao longo do tempo, sem perder as suas características organolépticas, fazendo-o um dos grandes vinhos do mundo.

Admite-se também a denominação “Barolo Chinato” para os vinhos aromatizados elaborados com base no vinho “Barolo DOCG” e com uma aromatização que permita, segundo a legislação em vigor, a referência no denominação para a China. A quantidade de “Barolo” Docg destinada à preparação de “Barolo Chinato” deve ser comunicada ao órgão responsável pelo controle antes da preparação.

As regiões e as MGA

A zona de Barolo pode ser amplamente dividida em dois vales. O Vale de Serralunga a leste inclui as comunas de Castiglione Falletto, Monforte d’Alba e Serralunga d’Alba.

Plantados em solos mais ricos em areia, calcário , ferro , fósforo e potássio , os vinhos do Vale de Serralunga tendem a ser austeros e poderosos e requerem um envelhecimento significativo (pelo menos 12-15 anos) para se desenvolver.

O Vale Central a oeste inclui as comunas de Barolo e La Morra com solos mais ricos em argila, manganês e óxido de magnésio. Esta região tende a produzir vinhos com aromas mais perfumados e texturas aveludadas e tendem a ser menos tânicos e encorpados que os do Vale do Serralunga e podem necessitar de menos envelhecimento (8 a 10 anos).

A região mais plantada e produtiva da zona de Barolo é La Morra, que é responsável por quase um terço de todos os vinhos rotulados como Barolo e produz duas vezes mais vinho que a próxima zona líder de Serralunga d’Alba

Em 2010, após anos de trabalho, as “Menzione Geografiche Aggiuntive” de Barolo DOCG foram finalmente definidas por lei do Parlamento Italiano, o segundo vinho na Itália a ostentar esta honra, depois de Barbaresco. São 181 denominações sendo 170 de vinhedos e 11 comunais.

Toda a área de produção foi dividida em parcelas individuais definidas com nomes históricos e topônimos (muitos deles reivindicados por produtores e agricultores em audiências públicas ou atestados em mapas, rótulos e documentos oficiais) e estabelecendo limites entre eles.

1- Roddi- 01 MGA- Bricco Ambrogio

2- Verduno- 11 MGA- Boscatto, Breri, Campasso, Massara, Monvigliero, Neirane, Pisapola, Riva Rocca, Rocche dell’Omo, Rodasca e San Lorenzo di Verduno.

3- Cherasco- 01 MGA- Mantoetto.

4- La Morra- 39 MGA- Annunziatta, Arborina, Ascheri, Berri, Bettolotti, Boiolo, Brandini, Bricco Chiesa, Bricco Cogni, Bricco Luciani, Bricco Manescotto, Bricco Manzoni, Bricco Rocca, Bricco San Biagio, Brunate, Capalot, Case Nere, Castagni, Cerequio, Ciocchini, Conca, Fossati, Gallina, Gattera, Giachini, La Serra, Rive, Rocche dell’Annunziata, Rocchettevino, Roere di Santa Maria, Roggeri, Roncaglie, San Giacomo, Santa Maria, Sant’Anna, Serra dei Turchi, Serradenari, Silio e Torriglione.

5- Barolo- 37 MGA- Albarella, Bergeisa, Boschetti, Bricco delle Viole, Bricco San Giovanni, Brunate, Bussia, Cannubi, Cannubi Boschis o Cannubi, Cannubi Muscatel o Cannubi, Cannubi San Lorenzo o Cannubi, Cannubi Valletta o Cannubi, Castellero, Cerequio, Coste di Rose, Coste di Vergne, Crosia, Drucà, Fossati, La Volta, Le Coste, Liste, Monrobiolo di Bussia, Paiagallo, Preda, Ravera, Rivassi, Ruè, San Lorenzo, San Pietro, San Ponzio, Sarmassa, Terlo, Vignane, Zoccolaio, Zonchetta e Zuncai.

6- Novello- 07 MGA- Bergera-Pezzole, Cerviano- Merli, Ciocchini-Loschetto, Corini-Pallaretta, Panerole, Ravera e Sottocastello di Novello.

7- Monforte D’Alba- 11 MGA- Bricco San Pietro, Bussia, Castelletto, Ginestra, Gramolere, Le Coste di Monforte, Mosconi, Perno, Ravera di Monforte, Rocche di Castiglione e San Giovanni.

8- Castiglione Falletto- 20 MGA- Altenasso o Garblet Suè o Garbelletto Superiore, Bricco Boschis, Bricco Rocche, Brunella, Codana, Fiasco, Mariondino o Monriondino o Bricco Moriondino, Monprivato, Montanello, Parussi, Pernanno, Piantà, Pira, Pugnane, Rocche di Castiglione, Scarrone, Solanotto, Valentino, Vignolo e Villero.

9- Serralunga D’Alba- 39 MGA– Arione, Badarina, Baudana, Boscareto, Brea, Briccolina, Bricco Voghera, Broglio, Cappallotto, Carpegna, Cerrati, Cerretta, Collaretto, Colombaro, Costabella, Damiano, Falletto, Fontanafredda, Francia, Gabutti, Gianetto, Lazzarito, Le Turne, Lirano, Manocino, Marenca, Margheria, Meriame, Ornato, Parafada, Prabon, Prapò, Rivette, San Bernardo, San Rocco, Serra, Sorano, Teodoro e Vignarionda.

Ornato

10- Grinzane Cavour- 08 MGA- Bablino, Borzone, Canova, Castello, Garretti, Gustava, La Corte e Raviole.

11- Diano D’Alba- 03 MGA- Gallaretto, La Vigna e Sorano.

20/08/2020- Degustação de Barolo

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