Viagem à Catalunha 2019

Viagem enogastronômica pela Catalunha 2019

1º dia- 02/06/2019- Domingo

Saída as 15:30 de Guarulhos num voo da Tap com destino a Liisboa.

2º dia- 03/06/2019- Segunda Feira- Priorat

Voo tranquilo chegando a Lisboa as 05:20 com curta conexão as 06:45 com destino a Barcelona, chegando pontualmente as 09:35.

Tramites normais, espera das malas e as 10:30 encontro com o amigo Gioia no saguão de desembarque.

Satisfação do reencontro, seguimos para pegar as chaves do carro na Goldcar.

Esperamos para encontrar com o amigo Raul e após alguns desencontro do local, conseguimos encaixar todas as malas no carro e deixamos Barcelona com destino ao Priorat.

Viagem tranquila de 1:30 pela estrada litorânea até Terragona/Reus, chegamos a Porrera, já no Priorat.

Primeira parada na Vinum, na pracinha de Porrera, tiramos a poeira da garganta com um La Creu Alta 2010, da Bodega Mas Alta, um dos grandes vinhos do Priorat.

Algumas comprinhas e seguimos para a Bodega Vall Llach, logo após a pequena ponte de pedra.

Um pouco de conversa, lembranças de visitas anteriores, visualizar o rótulo do Finca Mas de La Rosa 2016 (que substitui o antigo Vall LLach após 2010) e uma passagem pela Sangenis i Vasqué, que estava fechado para siesta.

Seguimos para a Bodega Ferret Bobet, imponente na colina, mas também estava fechada; continuamos em direção a Falset e dali para Grattallops, aonde paramos para almoçar no restaurante de beira de estrada La Cassola, que atendeu bem nossa intenção de comida rápida e mata fome e aonde brindamos nossa chegada com um Cava Juvé Y Camps.

Alguns minutos do La Cassola até o Clos Figueras, check-out feito, um vinho branco La Font de Figueras para continuar, já era cinco horas e Gisela que faria a visita teria de ir embora.

Marcamos a visita para as 16:00 do outro dia e saímos em direção a Villela Baixa e a Bodega Mas Alta, já em Villela Alta.

Conseguimos que nos atendessem e fizemos a degustação de seus vinhos (El Pics, Artigas Blanco e Tinto, El Cirerets e La Crau Alta); como tínhamos 2/3 da garrafa do La Crau Alta, compramos uma garrafa do El Cirerets para beber a noite junto com o La Crau Alta.

Causamos um incidente diplomático ao informar que tínhamos comprado o La Creu Alta por E$ 75 e na Bodega estava E$ 98. Na nossa frente ligou para a Cori da Vinum, perguntou do preço e vendo que não tínhamos mentido, tirou satisfação de ela não estar honrando o acordo de vendar pelo mesmos preço da bodega, os E$ 98.

Íamos voltar para comprar outras duas gfs e depois disto nem passamos novamente por Porrera. rs

Dali seguimos para o monastério d’Escala Dei, para visualizar o belo lugar, breve passagem por Torroja, a visita aos vinhedos l’Ermita pelas portas dos fundos, aonde nosso carro não conseguiu subir os metros finais do aclive, retorna todo o trajeto, para pegar a estrada principal, subida também íngreme até a Ermita de Nostra Senyora de La Consolació; ver o belo pôr do sol deste vinhedo e já anoitecendo (22:00) chegamos ao hotel em Grattallops.

Tínhamos encomendado uma tabua de queijos, frios e pães no restaurante (que não abria para o jantar) e a desfrutamos na penumbra do jardim, com as duas garrafas da Bodega Mas Alta; mais um Ygay tinto 2009 e uns Jerez Gonzalles Byass, oferecimento do Raul.

Desmaiar na cama.

3º dia- 04/06/2019- Terça Feira- Terra Alta, Montsant e Priorat

Café da manhã tomado, saímos cedo (10:00) para Batea, na DO Terra Alta; prosseguimos para Vilalba dels Arcs e dali para a bodega Edetária, já em Gandesa.

Eu tinha tentado agendar, mas não tinha obtido resposta, mas mesmo assim fomos muito bem recebido pelo Luis Oteto, enólogo da vinícola, que numa visita muito didática nos mostrou as camadas de solos, os vinhedos, vinificação, sala de barricas, mas principalmente na conversa informal na prova de seus vinhos, demonstrou o porquê a DO Terra Alta faz diferença nos seus brancos de Garnacha blanca e nos seus tintos de Garnacha peluda.

Dali retornamos até Capçanes e fomos pela estreita estrada até o começo da Sierra de Llaberia, aonde se situa a Vinyes Domenech.

Também sem agendar fomos atendidos pelo enólogo Andreu, que nos mostrou as vinificações e micro vinificações de Garnacha, todas de perfis completamente distintas, sejam em inox, barricas, barris e foudres, muito interessante que pudemos comprovar nas provas de barricas e depois no vinho pronto

Retornamos a Capçanes e dali para Marça, para almoçar na simpática Celler La Miloquera, que também produz vinhos.

Dali seguimos para Falset para tentar trocar uma nota de E$ 500 que nenhuma das cidadezinhas aceitavam, mas estava tudo fechado (fecha as 13:30 e abre as 18:00= siesta).

Continuamos nosso turnê para El Masroig e provamos uns vinhos na Celler Masroig; como o Masroig (100% Cariñena viejas) não estava a disposição para provar, compramos uma garrafa, abrimos, provamos e levamos a garrafa para terminar de beber a noite.

Como a Orto Vins (ao lado) estava fechada, continuamos nosso passeio por El Molar, El Lloar (aonde fomos até a Bodega Torres) e retornamos a Gratallops.

Era as 18:00 e obviamente já tínhamos perdido a visita das 16:00 no Clos Figueras.

Uns chops no buteco da esquina, umas compras de frutas, queijos, embutidos, pães para nosso jantar e uma garrafa de vinho.

Tínhamos encomendado uma garrafa do Clos Figueras 2013 e também bebemos.

Dormir, que no dia seguinte começava as visitas oficiais agendadas.

4º dia- 05/06/2019- Quarta Feira- Priorat

Café da manhã cedo, as 10:00 esperávamos Gisela para a visitar o Clos Figueras, que não tínhamos feitos no dia anterior.

Chegou um pouco tarde e fizemos a visita rapidinho, provamos os vinhos, incluindo o Clos Figueras 2015 e 2016 e saímos para ir em frente na visita mais aguardada, que era a do Alvaro Palacios.

Chegando pontualmente na imponente construção, fomos recebidos por Oriol Castells, enólogo, que num 4X4 nos levou para verificar em loco os vinhedos do Finca Dofi e La Baixadas.

Retornando a Bodega, visitamos as salas de vinificação, a bonita sala de barrica (que parece que você está dentro de um Vat Eggs e finalmente a prova de seus vinhos da safra de 2018, ainda em barricas: Les Terrasses, Gratallops, Finca Dofi e La Baixadas.

Todos excelentes e surpreendentemente já muito bons, neste momento destacando o Finca Dofi.

São os detalhes e busca pela perfeição a essência de um grande vinho.

Dali fomos até Torroja até o hotel Cal Compte, aonde iriamos almoçar e provar os vinhos do Terroir al Limit.

Vanessa, muito simpática e divertida, nos recebeu com uma taça de Arbossar.

Um simpático casal dos EUA que estava hospedados lá se juntou ao grupo e almoçamos e provamos os vinhos: Terras de Cuques, Pedra de Guix, Dits del Terra, Arbossar e Les Manyes 2016; e após insistência minha o Les Tosses.

Terminada no Terroir al Limit fomos visitar a bodega L’Infernal ali mesmo em Torroja.

Aqui merece um aparte: eu tinha tentado visitar a Clos i Terrasses (Clos Erasmus) neste horário, mas infelizmente a Daphne tinha viajado dois dias anteriores e não tive como conciliar o dia/horário.

Como eu tinha visitado o Jean Michel Gerin na Côte Rôtie e ele estava vinificando vinhos no Priorat, escolhi a L’Infernal para visitar no lugar do Clos Erasmus.

Chegando na bodega, nos recebe o Léo Cuisinier, um rapaz de 24 anos, que me diz, aqui na bodega não tem nada para ver, vamos ao que interessa, pega 4 garrafas de vinhos, uma caixa de taças, nos mete numa 4X4 e num caminho cada vez mais íngremes, subimos as montanhas até uns 650 metros, quando acaba a estrada, seguimos a pé até o pico da montanha, com as garrafas nas mãos e encontramos o Lucas Chazallet (sócio do Léo, que também deve ter uns 25 anos), regando as videiras de regador.

Como o Léo não encontrou nenhuma sombra para provarmos os vinhos no alto da montanha, descemos um pouco (4X4) e fomos para outro pico até que ele encontrou uma pequena sombra.

Abre a tampa traseira da caminhonete, coloca as quatros garrafas de vinhos, abre-os e nos dá para provar: Riu tinto 2016 (blend), El Casot 2015 (100% Garnacha negra), Face Nord 2015 (100% Syrah), Fons Clar 2015 (100% Cariñena); faltou só o Aguilera (100% Carineña centenária).

Vinhos muito bons e com um ótimo custo benefício.

Estes garotos se tiverem resiliência para aguentar o Priorat (pois ali naquela altura o vento quebra até taça de cristal) e continuarem a trabalhar as vinhas com a paixão que demonstraram, vão dar muito o que falar daqui a 5/10 anos.

Voltamos para Gratallops e como ainda o sol brilhava, fomos até Falset tentar trocar a nota de E$ 500.

Em Falset até o banco relutou para trocar as notas, então a maneira mais fácil de livrarmos delas foi gasta-las e foi fácil na Aguilló Vinateria.

Primeiro achei um Clos Mogador 2009, depois um Vall Llach 2004, um Mas Doix 1902 2013 e por fim um L’Ermita 2006 e lá foi 3 notinhas vermelhas,

Indiquei um Chapoutier Vin de Paille para o Raul, que também comprou bom Vin Rancio e lá foi mais uma nota.

Gioia comprou um Vall Llach 2004 e outro vinho que não me recordo o nome.

Eles indicaram o Fra Fulcó 2001 e abrimos para provar e de fato estava muito bom; eu escolhi um Mas de Gil Clos Fontá 1998, mas já estava decaindo e depois foi ladeira abaixo; devia ter pego o Gran Buig 2004.

Retornamos a Gratallops e fomos comer uns tapas no Cal Botera; para beber na dúvida fomos Gin Hendricks tônica.

No hotel bebemos um Tondonia Reserva tinto 2005 e os restos dos Jerez do Raul.

Dormir.

5º dia- 06/06/2019- Quinta Feira- Priorat e Siurana

Café da manhã tomado fomos até a Clos Mogador, aonde o Josep Palet, falante guia nos levaria, agora em um grupo de 8 pessoas para visitar os vinhedos de Las Manyetes, uma muita interessante demonstração das ervas do Priorat (Lavanda, Arruda, Tomilho, Marcela, etc…) que são mais concentradas e aromas um pouco diferente.

Visita aos vinhedos de Clos Mogador, explicação da família, visita a bodega e a prova dos vinhos nesta ordem: Clos Manyetes 2016, Clos Mogador 2016, Nelin 2016 e Com Tú 2016; estranhei a sequência, mas eles que fazem que sabem. Se fosse na sequência do Nelin (blanco), Com Tu (Monsant, mais fresco), Manyetes e Clos Mogador valorizaria o Clos Mogador.

Já tendo feito o check-out no Clos Figueras fomos para Poboleda, almoçar no bom restaurante Brots, do Chef Pieter Truyts, com um excelente atendimento e muito bom custo benefício. Para beber um Clos i Terrasses Laurel 2015.

Do restaurante fomos a pé para a visita a Mas Doix, aonde Blanca nos levou para conhecer os vinhedos e depois para a prova dos vinhos na antiga casa, visto que a nova bodega está em construção, devendo ficar pronta já para esta colheita.

Provamos o vinhos: Les Cretes 2017, Salanques 2016, Doix 2015 e 1902 (Cariñena) 2015.

Terminada a visita seguimos para Siurana, para novamente ver a linda vista e aonde ficamos no hotel La Siruanella.

Um passeio pelo povoado, retornamos ao hotel e bebemos o resto do Frá Fulco, jogamos fora o Fontá 1998 e abrimos uma garrafa que não me lembro qual foi.

Fomos jantar no pequeno restaurante Els Tallers, no próprio hotel, eu tinha visto bons comentários deste restaurante, mas não imaginava que fosse tão bom.

Infelizmente Gioia não estava disposto a jantar e perdeu.

Em vez do menu degustação, pedimos uma entrada e prato principal.

Tudo estava muito bom, com os pratos em bonitas apresentações, mas com um conteúdo que muitos restaurantes estrelados deixam a desejar: sabor.

Os pontos de cocções estavam excelentes, com o carré de cordeiro e o medalhão de vitela em seus pontos perfeitos; o sabor das carnes e suas harmonização com os temperos num casamento perfeito, aonde um complementavam o outro.

Comida simples, sem nenhum malabarismo e truques de mágicas, interpretada por um cozinheiro que conseguiu dar a estes ingredientes o seu melhor. Bravo.

Foi só subir as escadas e desmaiar na cama.

6º dia- 07/06/2019- Sexta Feira- Conca de Barbera e Penedès

Café da manhã tomado, saímos pelo bonito vale entre a Sierra dos Prades e Sierra de Montsant, passando por Uldemollins e Vilanova de Prades, entrando já na DO Conca de Barbera, avistando os vinhedos do Torres Milmanda e Gran Muralles em L’Espluga de Francoli, seguindo até Montblanc, pegando atalho para minha cidade natal (Pira), Santa Coloma de Queralt e já adentrando a DO Penedès por Llacuna/Font Rubi no Alto Penedès, parando em Pacs de Penedès para uma rápida visita a Torres.

Provamos o Milmanda 2016, Mas La Plana 2015, Gran Muralles 2015 e o brandy Jaime I.

Seguimos para Sant Sarduni d’Anoia e como chegamos 10 minutos antes de abrir o restaurante El Centre, fomos dar uma passadinha na Gramona.

Estavam fechando para almoço e não deu para provar a Celler Batlle e Enoteca; nos convidaram para retornar as 15:00, mas já tínhamos agendado a Recaredo, fica para uma próxima visita.

Abriram se as cortinas para o espetáculo (neste caso a vista da Freixenet) e nos acomodamos para almoçar no bom restaurante El Centre.

Um Cava Juvé y Camps de boas-vindas, um curto menu degustação (dei azar, meu polvo estava muito duro, a paleta de cordeiro do Raul bom e o coelho do Gioia muito bom), um vinho tinto de tempranillo de La Mancha (sugestão do sommelier) bem fraquinho.

Terminado o almoço, seguimos a pé para a visita a Recaredo, sendo recebido pelo Lorenzo, que nos mostrou todo o processo, chamando o mestre degolador para mostrar como era o processo de remuage e degorgement.

No decorrer da visita foi explicando que não pertenciam mais a DO Cava, que as bodegas de maior prestigio em qualidade tinham formado um novo consórcio, a CORPINNAT (Cor- Coração; Pin- Penedès catalão; Nat- Nascido/natural), que hoje conta com 9 bodegas aderentes: Recaredo, Gramona, Llopart, Nadal, Sabeté i Coca, Torello, Can Feixes, Ibernet e Mas Candi.

Para mais informações- www.corpinnat.com

Devo fazer uma degustação de todas elas no Enopira Road Campos do Jordão 2020.

Como só a audição, visão, tato e olfato estavam sendo exercitadas, as papilas gustativas já estavam reclamando e fomos provar os seus espumosos (que mesmo eles ainda tem dificuldade de não dizer Cava).

Terrers Brut Nature 2015, Serral del Vell Brut Nature 2011, Reserva Particular 2007.

Tentei comprar uma Turó d’en Mota para provarmos, mas não tinha nenhuma gelada.

Terminada as visitas seguimos para o aeroporto El Prat em Barcelona, devolvemos o carro e seguimos de taxi para o hotel Cuitat de Barcelona, muito bem localizado, no centro velho de Barcelona.

Despedir do Gioia, que se encontraria com a Heloisa e seguiria viagem pela Europa.

Beber um gim tonica gran mare na cobertura do hotel, fazer a barba, tomar um banho, por um blazer e seguir a pé até o hotel Mandarin Oriental, para o jantar as 21:00 no restaurante Moments, do chef Raul Balan Ruscadella, com duas estrelas Michelin.

Eu escolhi o Moments, por não ter conseguido visitar o restaurante da Carmen Ruscadella em Sant Pol, antes de fechar; e tinha curiosidade de conhecer.

Chegamos meia hora atrasado, e nos acomodaram na bonita sala do restaurante, num ambiente clean e acolhedor.

Fomos de menu Sant Pol/Tokyo/Barcelona, que faria um link entre as influencias dos restaurantes da Carmen Ruscadella. E$ 200

Para beber resolvemos arriscar a maridagem proposta de vinhos- E$ 100

As entradas Empredat, Espárragos e Terciopelo estavam muito bons, com destaque aos aspargos.

O Bacalao a La Santapolenca muito salgado, salgado mesmo, se as porções não fossem pequeninas, não dava para comer. Reclamamos, o chef Raul Balan veio a mesa explicar que ficava feliz que o bacalhau estivesse salgado, pois era deste jeito que se comia em Sant Pol. Baboseira; só se para ele remetesse as lembranças de infância, igual a minha, que pegava um lasca do bacalhau seco e salgado das caixas de madeira do armazém do meu avô e comia salgado mesmo.

Em seguida um bom Tataki de atum, Caviar ossetra, Rodaballo lacado e um excelente Pluma Anko.

Um Bento cheese, uma Fresa de hielo, feita na mesa com nitrogênio líquido, mas se tivesse pego uma da Haagen Dazs e servido teria dado na mesma, Carrot Cake Cube, Sweet Bomba Barceloneta e uns divertimentos de pasteleria.

As harmonizações de vinhos foram muito fracas e novamente teria preferido ter pedido um bom espumante, um vinho branco em taça e um excelente tempranillo para as Plumas.

Uma dose de Rhum Zacapa XO para tirar a má impressão dos vinhos.

Valeu conhecer, mas não voltaria.

 A seguir fomos para a placa Real para ver o movimento da moçada e beber um Gim tônica.

O Jamboree estava animado, mas não arriscamos entrar e preferimos ir descansar.

7º dia- 08/06/2019- Sábado- Barcelona

O Raul me acordou as 10:00 e fomos visitar a Vila Vinateca a pé.

Achado o Fondilon 1987 que o Raul queria, ficamos a pesquisar os vinhos, mas estavam com preço muito caro, achei um garrafa do Clos Erasmus 2005 que queria, mas a E$ 2.500 estava mais que o dobro do preço normal.

Achei uma garrafa do Faustino I 1964, que foi a melhor safra que provei do Faustino, E$ 150, o dobro do que tinha pago na própria Faustino.

Resolvemos abri-la na loja ao lado aonde iriamos tomar nosso café da manhã a base de queijos manchego curados e jamon Joselito e um pata negra ainda mais saboroso que o Joselito. O Faustino 19964 estava delicioso, mas já no seu limite de evolução, não melhora mais.

Pedimos uma Corpinnat Recaredo Turó d’em Motá para bebermos.

Pedimos uma tabua de queijos curados (Reblochon, e mais uns 5 do mesmo estilo).

Serviram um péssimo vinho Georgiano.

Abrimos um Marcel Deiss Schoenenbourg e Foie Gras.

Um Rhum Zacapa XO para aguentar os queijos mais envelhecidos e fortes.

Não lembro mais o que?

Raul foi para o aeroporto pegar o avião e eu para o hotel descansar.

Espero que tenha chegado bem a Casablanca.

A noite fui jantar no muito bom Pasadis del Pepe.

8º dia- 09/06/2019- Domingo- Barcelona

Café da manhã tomado, pesar as malas e seguir para o aeroporto.

Tramites de aduana espanhola para Tax Free, despachar as malas, aguardar o voo, conexão de 5 horas em Lisboa e chegar na segunda cedinho em Guarulhos.

Muita gente chegando no mesmo horário, sem transtorno de aduana, cheguei segunda feira na hora do almoço em Piracicaba.

Um caldinho de feijoada com Jerez me esperava. Food confort.

Hoje já é quarta feira e estou a preparar o caldo verde e o bacalhau para a degustação da noite.

Até a próxima viagem.

Abs,

Luiz Otávio

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