Viagem enogastronomica à Mendoza.

 

Saímos cedo no dia 24/10/2011 de Guarulhos, pela Lan, com destino a Mendoza.

Com um atraso de uma hora na conexão de Santiago, chegamos no aeroporto de Mendoza as 16:30h, aonde o Roberto da Quality Service Mendoza (www.qsrentalmendoza.com ) nos aguardava com o carro locado.

Sai de Mendoza seguindo pela bela Ruta Nacional 40 até Tunuyan, e daí pela 92 até a Posada El Jamón (www.laposadadeljamon.com.ar ), já em Vista Flores, no Valle do Uco, num percurso de 100 Km, feito em 90 minutos.Mendoza_001_comp
























O Fernando nos recebeu na Posada, que é muito bonita e agradável, com um excelente custo/beneficio e ainda nos ofereceu quartos separados. Recomendo.

Após instalado fomos conhecer a produção dos famosos Jamón.Jamon_comp

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Pedimos duas porções de jamón, um pouco de pão caseiro e duas garrafas de vinhos.

Excelente jamón, no estilo do espanhol serrano e no ponto ótimo de maturação.

Os vinhos que o acompanharam foram:

-De Tal Palo Reserva Malbec 2009, dos próprios vinhedos da Posada, que estava muito bom, porém com uma tostado alto um pouco incomodando no retrogosto; explicado que era pelo uso de chips de carvalho em vez de barrrica; grato pela sinceridade.

- Laderas de Los Andes Reserva Malbec 2007, que estava excelente, muito equilibrado.

Duas garrafas para dois, mais o cansaço da viagem, foi um sonífero e tanto.

 

Dia 25, terça-feira, após o café da manhã, saímos em direção a Bodega Antucura e visitamos a belíssima Casa Antucura (www.casaantucura.com), um Wine Lodge para pessoas exigentes e abastadas.

Vinhos de perfis mais bordaleses, com o excelente Antucura, o muito bom Calvucura, ambos de corte de Cabernet Sauvignon e Merlot, e o bom Barrandica com uma pequena parte de Malbec.

Vinhedo na Antucura com suas pedra do sol.
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Dali seguimos para o Clos de Los Siete, belíssimo condomínio de vinícolas, aonde depois de esperarmos um pouco a chegada de um grupo de turistas, que estavam vindo do hotel Postales (Tunuyan) de bicicletas, fomos visitar a Monteviejo e a Diamandes.clos_de_los_siete

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Deserto de um lado (sem irrigação)                                                  Oasis do outro (com irrigação)deserto
oasis


















Fantásticas e enormes bodegas, com uma arquitetura belíssima, que tendo como base os seus vastos e verdes vinhedos, ao fundo a cordilheira dos Andes com seus contrastes de marrom terroso e branco gelo, um céu azul entrecortado de nuvens próximas ao alto, formam um quadro deslumbrante e impossível de transmitir por escrito.

Maquete da Monteviejo                                                                      Entrada da Monteviejo
monteviejoentrada_monteviejo















Entrada Diamandes                                                                             Diamandes
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Diamandes
















Flecha de los Andes vista da Diamandes                                            Monteviejo vista da Diamandes
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Após as visitas fomos a prova de alguns de seus vinhos, sendo que o que eu menos gostei foi justamente o que é o representante de todo o projeto, o Clos de Los Siete.

Escolhi o Linda Flor Malbec La Violeta 2007 para representar o projeto, no meu painel de degustação.

 

Terminada a visita, voltamos para a Posada del Jamón para almoçarmos.
Desta vez fomos atendidos pela Andrea, irmã do Fernando; muito comunicativa e conhece bem de vinhos da região.

O restaurante da Posada del Jamón só abre para almoço e é ponto de referência na região, tendo a peculiaridade de só servir carne de cerdo (porco) e está sempre lotado.Posada_Jamon_comp

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Gostei muito da comida, em especial das morcelas, lingüiças e costelinhas.

Bebemos uma garrafa do Laureano Gomes Malbec Reserva 2007, que estava muito bom.

Tinha compromisso as 15:00h na Vines Of Mendoza (www.vinesofmendoza.com)  e sai correndo, pois não sabia direito o caminho para entrar no condomínio de vinhedos.

Errei a entrada e fui para perto da Trivento, via o empreendimento mas não conseguia acessa-lo; depois de algumas tentativas por meio de pomares de maça, consegui chegar pelos fundos do condomínio, e mesmo um pouco atrasado, consegui ser recebido.

O The Vines of Mendoza é um condomínio de vinhedos, com parcelas mínimas de 3 ha, que pode realizar o sonho de qualquer enófilo de ter o seu próprio vinhedo no Valle do Uco.

Provei dois Malbecs muito amadeirado e um bom Cabernet Franc.

Sai, agora pela entrada principal, que é pela R94, logo após da Lurton e não por Los Sauces por onde entrei; segui pela R92 até La Consulta e depois para Eugenio Bustos para irmos a O Fournier para a visita e depois jantar no Urban.

Chegamos com uma chuvinha fina e após a visita por toda a linda bodega (www.ofournier.com), dirigimos para o restaurante, onde de cliente só estaríamos nós dois.  

Entrada da OFournier                                                                          Cruzeiro do Sul- Crux
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UrbanUrban                                                                                                  Urban com vista para as cordilheiras
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Ai começou um incomodo que foi aumentando por toda a viagem em relação aos restaurantes tidos como mais gourmet de Mendoza.

Pedimos o menu degustação.

Aperitivos:

- Causa Limeña com verduras escabechadas- insossas

Vinho: B Crux Sauvignon Blanc 2010- estava bom, mas não tinha com o que harmonizar.

- Kebab com Crema Acida Y Menta- uma kafta de carne de vaca muito carregada no tempero, em especial no cominho, com uma coalhada que faltou uma maior acidez e fresco para contrapor o Kebab. Proposta até interessante, mas que deixou a desejar na execução.

Vinho- Urban Torrontés 2010- Torrontés agradável, com as notas de lichia e rosas brancas discretas, mas numa harmonização errônea, onde um Urban tempranillo  ficaria mais adequado.

 

Entrada- Sopa fria de Almendras com Gotas de Salmorejo.

Mesmo para quem gosta de alho, como eu, estava forte demais, encobrindo todos os outros gostos; as gostas de salmorejo sumiram e só as amêndoas ainda conseguiam ter um vislumbre de gosto.

Vinho- B Crux 2007- 60% Tempranillo, 15% C.Sauvignon, 15% Syrah e 10% Malbec.

Ai não entendi mais nada da proposta de harmonização. Nada a ver.

Inverti os vinhos, colocando o Torrontés com a sopa fria e como tinha sobrado uma kafta, coloquei o B Crux com ela. Melhorou bastante.

 

Prato principal- Filet a La Plancha con guarnición de verduras de estación.

Filet mignon muito tenro e macio, no ponto certo pedido (ponto menos); faltou somente acertar o ponto de sal, mas que pode ser facilmente corrigido com o saleiro.

Vinho- Alfa Crux Malbec 2008- excelente vinho, muito estruturado e equilibrado; harmonizou perfeitamente com o prato. Ufa.

Segundo vinho a ser escolhido para o meu painel.

 

Postres/Sobremesas

- Sobert- Sorbete de Torrontés.

Uma delicia. Pedi mais um pouquinho do Urban Torrontés e harmonizei com ele.

- Tulipa de Ron Y Miel com Helado Artesanal de Café Y Cardomono.

Outra delicia. Faltou um vinho do Porto ou Madeira para harmonizar.

 

Voltamos para a Posada El Jamón para mais um pernoite, embalado por uma rara chuva no Valle do Uco.

 

Dia 26/10/2011, quarta-feira, café da manhã tomado, contas acertadas na Posada del Jamón (muito barato), seguimos para a Salentein, para a visita das 10:00h.

Bonita e imponente Bodega, visita em perfil turístico, com um vídeo fantástico de apresentação (quis comprar uma cópia para passar aqui, mas não tinha a venda).entrada_salentein    

salentein



















Degustação dos vinhos básicos inclusos na visita e visita na galeria de arte (me impressionou a luminosidade retratada em 3 quadros retratando a Holanda) e espera do restaurante Killka abrir.

Não fiz anotações e nem peguei o cardápio do menu degustação que provamos, portanto só lembro de memória.

Entradas muito saborosas e bem conseguidas.

Prato principal- um estufado de cordeiro em Salentein Malbec, aonde pedaços pequenos de cordeiro foram cozidos no vinho e perderam totalmente a sua expressão. Sem condições de comer. Devia ter optado pelo Ojo de Bife.

Harmonização- já escolado do Urban, em vez da sequência normal dos vinhos básicos, pedimos dois Salentein Primus, o Pinot Noir 2007 e o Malbec 2007.

O Salentein Primus Pinot Noir continua sendo um dos melhores Pinot Noir do Novo Mundo; o Malbec uns furos a menos, como se diz em Portugal.

 

Saimos da Salentein e fomos para a visita das 15:00h na Andeluna.

Visita turística e monótona, e a degustação dos vinhos Tops muito cara (AR$ 250,00 por pessoa) para 3 vinhos; em contato com um casal de turistas paulista, concordamos em comprar uma garrafa do Andeluna Gran Reserva Cabernet Franc por AR$ 330,00 e dividimos . Excelente opção e ótimo vinho, não anotei e não lembro a safra.

 

Saimos da Andeluna e seguindo por Tupungato pegamos a R86 e seguimos para Ugarteche para visitar a Caligiore.

Chegamos na pequena Bodega, no horário agendado, as 17:00h, mas estava fechada; uns operários que estavam fazendo o telhado do novo barracão não souberam dar informações, e resolvemos seguir adiante até o Bed&Breakfest Luján de Cuyo (www.lujandecuyobyb.com.ar ), logo após o rio Mendoza.bbnacho
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Fomos recebidos com festa pelo simpático Nacho e nos acomodamos na simpática e familiar Posada.

Duas garrafas de vinhos abertas e jantamos com a família do Nacho, saborosas empanadas,  deliciosa tortilla e uma espetacular torta de espinaca com queso.

A etapa do Valle do Uco tinha sido cumprida.

Dormir para a próxima etapa de Luján de Cuyo.

Luján de Cuyo.

Nos dirigimos cedo para a Catena Zapata, visto que tínhamos agendado visita para as 09:30h; de Luján até a Catena leva uns 20 minutos.

Chegamos no horário, mas tivemos de esperar um pouco para começarem a atender.

Muito bonita Bodega, com a sua característica estrutura de pirâmide.
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Visita turística, que deixou de sê-la no momento que tive acesso a adega particular, observando sem tocar, os grandes vinhos do mundo guardados para provas comparativas com os grandes vinhos da Catena.vinhedo_gotejamento

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Fomos para a prova dos vinhos, que desde os de gama média como o DV Catena Malbec Malbec, até os excelentes Nicolás Catena e Malbec Argentino são exemplares do potencial da Malbec (e outras castas) na Argentina.

De todas as amostras me encantou mais o D.V.Catena Adrianna Vineyard Malbec 2005.

 

Saimos da Catena e fomos para a Cobos, pertinho dali.

Bonita e clean Bodega; feita a apresentação da Bodega fomos para a prova da experiência Malbec.
Cobos


















Novamente a sensação de vinhos de grande qualidade, desde o Felino até o Cobos; não provei o uNico e dos vinhos o que mais me encantou foi o Bramare Malbec Rebon Vineyard 2008; novo ainda, mas já muito equilibrado e elegante.

 

Umas 16 amostras já no café da manhã, e o estomago queria mais do que alimento liquido, então fomos para nossa mesa reservada na varanda do restaurante da Ruca Malen.
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Chegamos atrasados para a visita a Bodega (que é vizinha da Cobos) e pulamos esta etapa, indo direto para o restaurante.

Vista espetacular, com a cordilheira se descortinado na nossa frente; só isto já vale estar ali.ruca_malen_luiz
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Almoço degustação de 5 passos (este eu trouxe o menu, pois não lembraria de memória):

Primeiro passo:

Pequena salada de truta do Valle do Uco curada com ervas, maça Smith e creme de flores brancas de azahar- muito bom, equilibrado, dando um desconto na fome, comemos com prazer.

Vinho- Yauquén Torrontés 2011- Não se saiu mal, mas faltou um pouco mais de harmonia do vinho com a comida.

 

Segundo passo:

Pequenos rolls de folhas de videira, filé mignon refogado e cereias argentinos com infusão de azeite de oliva, canela e tomates secos. Bom, mas sem encantar; na minha opinião a carne de cordeiro ficaria melhor que o filé.

Vinho- Yauquén Cabernet Sauvignon 2010- não gostei do vinho, muito verdor (pirazinas). Pode parecer blasfêmia, mas se você não gosta do vinho, fica difícil gostar da harmonização.

 

Terceiro passo;

Malfattis de beterrabas assadas e ricota fresca com creme de tomilho defumado. Bom prato, bastante interessante a combinação da doçura da beterraba, a untuosidade do creme e o defumado, que embora um pouco excessivo não chegou a atrapalhar o conjunto.

Vinho- Ruca Malen Reserva de Bodega 2009- 40% Cabernet Sauvignon, 28% Syah, 22% Malbec e 10% Petit Verdot- Bom vinho, não harmonizou legal, mas também não atrapalhou.

 

Quarto passo:

Medalhão de filé mignon grelhado com tomates defumados, croquete de abobora anca (cabacinha) e batatas spunta com chimichurri de cebolas.

Muito bom prato, carne no ponto certo, sal no ponto certo, legumes muitos bons.

Vinhos:

- Ruca Malen Malbec 2009-  no estilo Malbecão geléia, não harmonizou com as sutilezas e nuances do prato.

- Kinien Cabernet Sauvignon 2008- agora sim, um vinho equilibrado, com boa acidez, que harmonizou muito bem com o prato.

 

Quinto passo- sobremesa:

Bavarios de cítricos e biscuit, casca de laranja com frutas da época- muito bom.

Vinho- Ruca Malen Brut- 75% Pinot Noir e 25% Chardonnay- espumante fraquinho (senti saudades dos nossos); pedi um pouquinho do Torrontés para acompanhar.

No geral foi muito bom, não sendo a toa que o restaurante está sempre lotado.

 

Saimos da Ruca Malen e fomos para a Achaval Ferrer, em Perdriel nas margens do rio Mendoza.

Chegamos no horário previsto (15:00h), ultimo horário para as visitas.

Visita pela Bodega, com um guia super simpático, o Felipe, que com um humor carioca, nos mostrou todas as etapas da elaboração dos vinhos e me deixou entrar num tanque de Beton (concreto), pois eu estava curioso para ver o sistema de arrefecimento do tanque (uma serpentina de inox instalada dentro do tanque).

Prova dos vinhos, tantos dos engarrafados, como prova de barricas, e de azeites para complementar; muito boa, tanto a degustação, como a qualidade dos vinhos.

Como não tinha a disposição para a prova, comprei uma garrafa do Petit Verdot e compartilhamos com um casal de Belo Horizonte (como tem brasileiro em Mendoza).

 

Com o final de expediente da Bodega, nos dirigimos para o B&B Luján de Cuyo, aonde o Nacho estaria preparando uma parilla para nós, e é claro levamos uma botella de vino para compartilhar.

Muito bom, o crepitar das brasas, a conversa ao redor da mesa.

Parilla típica Mendocina, com lingüiça, morcelas, entraña (diafragma), molleja (timo), asado de tira, etc..., uma delicia para quem gosta, como eu.

Acompanhado de um bom vinho Mendocino então, excelente; só faltou uma milonga.

Desmaiei na cama.

 

Acordamos cedo, pois tínhamos visita a Sottano as 09:00h; água e mais água para acalmar o fígado; que se ainda não tinha chiado, era melhor não molestá-lo muito.

Fomos muito bem recebido na Sottano, pelo próprio Pablo Sottano e depois pelo Sebastian Alalla, que nos mostrou a bodega e os vinhedos.Sottano
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Depois fomos para a prova dos vinhos; ainda bem que já era depois das 10:00h; 01 branco e 09 tintos.Sottano_bodega
sottano_sebastian_luiz
















Achei os vinhos bem conseguidos em toda a sua gama, e o destaque ficou para o Judas.

Em contra partida a toda gentileza e atenção nos dadas, prometi fazer uma degustação de seus vinhos aqui na Enopira.

Lá pelas 12:00h saímos da Sottano e nos dirigimos para a visita e almoço na Vistalba.

Chegamos um pouco adiantados e ficamos esperando a visita, junto com outro casal de brasileiros.vistalba
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Visita turística, mas mais descontraída e para mim foi fantástico observar o corte do terreno, emoldurado por um vidro, do Terroir de Vistalba com uns 3 metros de profundidade.terroir_vistalba
terroir_vistalba_1
















Depois da visita, fizemos uma degustação dos vinhos Tomero e Corte C.

Fomos para o restaurante La Bourgogne.

Não quisemos os vinhos da harmonização e pedimos um Vistalba Corte A.

Como as opções eram individuais, resolvemos pedir pratos diferentes e nós mesmo dividi-las na mesa.

- entrada muito boa, de um tipo de quiche de caranguejo.

- a de cogumelos caramelizados, faltou um toque de acidez para contrapor a doçura da glucose.

- o medalhão de vitela, estava bom, só que era filé mignon normal e não vitela.

- o estufado de javali, não era javali, mas lombo de cerdo.

Para mim são estes detalhes, que fazem com que um restaurante pretensamente gourmet não o seja.

O vinho estava excelente.

 

Bola para frente, que já estava em cima da hora para a visita a Mendel (www.mendel.com.ar )

Bodega de aspecto simples, sem muita ostentação, aonde ficamos observando o trabalho dos etiquetadores e embaladores das garrafas do Semillon, enquanto aguardávamos a Mariela.

Visita pela Bodega fomos para a prova e tive o prazer de degustar alguns vinhos com o Santiago Mayorga, enólogo da Mendel (junto com o Roberto de La Mota).

Todos vinhos de grande qualidade, desde o recentemente engarrafado Semillon , o Mendel Malbec, Unus e Finca Remota.

 

Voltar para a Posada, descansar um pouquito, tomar um banho e ir conhecer um dos locais mais freqüentado pelos Mendocinos, quando o assunto é parilla: o Don Mario (www.donmario.com.ar ).

Praticamente em frente da praça do condor, do outro lado da 7, na curva de acesso para a RN40; lugar movimentado e cheio, mas conseguimos uma mesa.

O que mais vi pedirem foi a parilla de entraña, mas ficamos com a opção de asado de tira e um ojo de bife. Excelente.

Para acompanhar pedi um Gimenez Rilli Malbec Reserva Altamira 2007, que estava fantástico.

Mais uma etapa cumprida, voltamos para Luján de Cuyo para o ultimo pernoite lá.

Próxima etapa: Mendoza, Luján de Cuyo, Maipu

 

 
 
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